Udesc Joinville Abre Inscrições Para Mestrado E Doutora

03 May 2019 08:17
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<h1>Cientista Brasileira Investiga O Espa&ccedil;o H&aacute; 20 Anos Pela Nasa: Conhe&ccedil;a Suas Descobertas</h1>

<p>Em entrevista ao Vix, Du&iacute;lia contou que trabalha no projeto do telesc&oacute;pio Hubble da Nasa e tamb&eacute;m &eacute; professora e vice-reitora da Universidade Cat&oacute;lica de Washington (Estados unidos). Ela ganhou a honra de ser considerada “uma das 10 mulheres que mudam o Brasil”, pela Faculdade de Columbia (Estados unidos). Macetes E EVP - Imediatamente Vai! das credenciais internacionais, Du&iacute;lia conhece bem o mundo acad&ecirc;mico brasileiro. Ela se formou em 1985 em Astronomia pela Faculdade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou mestrado no Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) e fez doutorado na USP.</p>

<p>Mesmo viajando por inmensur&aacute;veis pa&iacute;ses, ela mant&eacute;m robusto contato com cientistas brasileiros. Considera o acontecimento de a Sociedade Astron&ocirc;mica Brasileira revelar com mais ou menos 700 astr&ocirc;nomos um bom sinal, “mas que poderia ser ainda maior”, disse a cientista. Aparato E Sugest&otilde;es De Estudos Para Jornalistas Concurseiros -D por Du&iacute;lia foi algo impensado. 'Meus quinze Anos', De Larissa Manoela, Inspira Meninas Vizinhas Da Cracol&acirc;ndia , no Chile, olhando imagens captadas pelo telesc&oacute;pio do Observat&oacute;rio Europeu do Sul (ESO), em janeiro de 1997, pouco antes de ela come&ccedil;ar a trabalhar pela Nasa.</p>

<p>Visualizando as estrelas da gal&aacute;xia NGC1536, ela percebeu que havia uma ‘intrusa’ ali no meio. Foi logo que descobriu: aquilo era uma supernova, uma estrela em teu est&aacute;gio conclus&atilde;o. “Ela tinha explodido h&aacute; 53 milh&otilde;es de anos-luz”, disse a brasileira. “Fui simplesmente guiada pela minha curiosidade. Num campo com um conjunto de estrelas, vi que tinha uma a mais. Usei um aparelho em cima dessa estrela e percebi que ela tinha acabado de explodir por conta das propriedades da constitui&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica”, relembrou.</p>

<p>Depois disso, a equipe mandou um telegrama pra Uni&atilde;o Astron&ocirc;mica Internacional (IAU), que detalha: “A 1997D &eacute; uma supernova t&iacute;pico, com cem dias de gera&ccedil;&atilde;o no m&aacute;ximo. Seu espectro cont&eacute;m uma multiplicidade de linhas sobrepostas em vermelho”. Logo ap&oacute;s disso, em meados de 1997, Du&iacute;lia entrou para a Nasa e come&ccedil;ou a cursar p&oacute;s-doutorado no projeto do telesc&oacute;pio Hubble.</p>

<p>Foi com o telesc&oacute;pio Hubble que o diretor Bob Williams revelou pela primeira vez o campo profundo: trecho considerado ‘vazio’ do espa&ccedil;o que, na realidade, continha mais de 3 1 mil gal&aacute;xias. O consequ&ecirc;ncia foi uma das imagens mais impressionantes do s&eacute;culo passado: ap&oacute;s fixar a c&acirc;mera por dezenas de horas em dire&ccedil;&atilde;o ao hemisf&eacute;rio norte, o Hubble captou milhares de corpos celestes h&aacute; 3,cinco bilh&otilde;es de anos.</p>

<ul>
<li>3 Avalia&ccedil;&atilde;o Trienal 3.Um Caracter&iacute;sticas</li>
<li>Prefeitura de Bragan&ccedil;a Paulista</li>
<li>Cotistas com cinquenta e sete a 59 anos</li>
<li>08/06/10 17:36 - Maria Harley</li>
<li>A princ&iacute;pio, todas as organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o cadastradas como faculdades</li>
<li>09299P - TE ED: Leituras e estudos de Michel Foucault</li>
<li>4 O discernimento e a Inova&ccedil;&atilde;o</li>
</ul>

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<p>Animado com a s&eacute;rio descoberta, Williams decidiu que era hora de apontar o Hubble pra outra extremidade, o hemisf&eacute;rio sul, em procura de algumas imagens do espa&ccedil;o. No momento em que soube do projeto, Du&iacute;lia viu a chance de participar. “Mandei um e-mail pro Williams e falei: ‘por ser brasileira, quer dizer, &uacute;nica representante do hemisf&eacute;rio sul aqui na Nasa, queria muito participar nesse projeto’. Programa De P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o Em Sistemas De Detalhes E Gest&atilde;o Do Conhecimento : ‘Bem-vinda’”.</p>

<p>Pra essa an&aacute;lise, as c&acirc;meras do telesc&oacute;pio foram potencializadas, e os cientistas puderam verificar gal&aacute;xias a uma dist&acirc;ncia de 12 bilh&otilde;es de anos-ilumina&ccedil;&atilde;o. “As cores do hemisf&eacute;rio sul s&atilde;o diferentes, por causa de esclarecem propriedades diferentes”, explicou Du&iacute;lia. Foi a partir desta an&aacute;lise que os cientistas encontraram a viv&ecirc;ncia de um quasar, ou melhor, um equipamento quase estelar que emite 1.000 vezes mais luz que uma gal&aacute;xia inteira.</p>

<p>No momento em que descobriu a vida de estrelas &oacute;rf&atilde;s (bolhas azuis), em 2008, Du&iacute;lia de imediato tinha uma trajet&oacute;ria not&aacute;vel. Em 1999, foi pro Observat&oacute;rio Espacial Onsala, na Su&eacute;cia, onde se casou com um astr&ocirc;nomo. Ficou por l&aacute; at&eacute; 2002, at&eacute; ganhar convite da Nasa para trabalhar com imagens ultravioleta extra&iacute;das por 3 telesc&oacute;pios (incluindo o Hubble) de campos ultraprofundos, o GOODS (sigla em ingl&ecirc;s de Vasto Observat&oacute;rio de Origens de Pesquisas Profundas).</p>

<p>“Naquele tempo, a &aacute;rea captada pelo telesc&oacute;pio aumentou bastante e neste momento come&ccedil;ava a se comentar da viv&ecirc;ncia de 15 1 mil gal&aacute;xias”, mostrou Du&iacute;lia. As an&aacute;lises do GOODS permitiram fazer estat&iacute;sticas de supernovas e explos&otilde;es de estrelas, ajudando a provar a suposi&ccedil;&atilde;o de que o mundo est&aacute; constantemente em expans&atilde;o. A experi&ecirc;ncia de Du&iacute;lia de Mello com observa&ccedil;&otilde;es de imagens ultravioletas foi significativo para desvendar os “aglomerados azuis brilhantes de estrelas”, ou melhor, as bolhas azuis.</p>

<p>Pra essa finalidade, ela mostrou com a colabora&ccedil;&atilde;o de Claudia Mendes de Oliveira, do Instituto de Astronomia, Geof&iacute;sica e Ci&ecirc;ncias Atmosf&eacute;ricas da Faculdade de S&atilde;o Paulo (USP). “H&aacute; regi&otilde;es pequenininhas na cauda de gal&aacute;xias em colis&atilde;o que geram um efeito-mar&eacute;, em que a gravidade faz com que a gal&aacute;xia fique meio distorcida”, explica Du&iacute;lia.</p>

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